Apetece-me sempre escrever sobre música...
Ou melhor, apetece-me sempre escrever por causa da música. A tal influência que ela exerce sobre mim e sobre a qual já falei anteriormente.
Infelizmente nem sempre essa influência é suficientemente forte para ditar ou definir os temas, oferecer as palavras para a escrita tomar corpo.
E então fico apenas com vontade de escrever (ás vezes gritar) mas sem ter as ferramentas para o fazer...
Este, como se pode ver, é um desses dias, uma dessas situações. Uma dessas já comuns, tardes de Domingo.
A tarde passou e acabou por ser desperdiçada entre bocadinhos de nada fazer e bocadinhos de fazer nada.
À medida que a noite avança avança também, implacável, aquela sensção desconfortável de tempo perdido, de tempo imparável, de algo que não posso reaver e de algo que irremediávelmente vou ter que enfrentar...
A música, essa mantem-se a mesma, congelada no seu tempo uma vez que hoje oiço um clássico, não por qualidade mas por antiguidade.
A música é intemporal, as nossas referências a ela é que não. Esta , se o pemito por breves segundo, transporta-me no tempo para cerca de quantos? 5, 6 anos atrás?
Parecem mais... Muitos mais...
E com esta distorção menemónica estou de volta à triste realidade. Domingo, 19h... já não restam muitas para mais um outro dia.
Talvez amanhã já tenha mais alguma coisa a dizer.
domingo, janeiro 22
quarta-feira, janeiro 18
Há coisas inesperadas na vida.
Não é novidade e sem dúvida que já todos passámos por essa experiência: o não reconhecer uma determinada situação. O inesperado.
Sendo então o Inesperado uma coisa ao fim ao cabo "banal" o que diferencia uma coisa inesperada de uma coisa esperada?
A diferença reside na forma como reagimos a cada uma das situações.
Quando estamos à espera de algo a nossa reação é programada. Temos controlo sobre aquilo que acontece e consequentemente sobre a nossa reação ao acontecimento.
Isto não se passa com uma situação inesperada. Numa situação inesperada acabamos por ser nós o controlado, e a situação no papel de controladora.
E isso faz com que os nossos actos estejam impugnados de um maior realismo. São mais livres, mais sinceros, mais verdadeiros. Puros.
No entanto é frequente desgostarmos do inesperado e acharmos até que não reagimos a determinada situação indesperada da maneira "correcta".
Será o correcto aquilo que definimos previamente, que planeamos, que controlamos, que condicionamos, que preparamos, que pensamos antes de partilhar?
Ou será o correcto aquilo que vem de dentro de nós, sem qualquer controlo, inesperadamente, sem aviso prévio, sem lógica aparente?
Não é novidade e sem dúvida que já todos passámos por essa experiência: o não reconhecer uma determinada situação. O inesperado.
Sendo então o Inesperado uma coisa ao fim ao cabo "banal" o que diferencia uma coisa inesperada de uma coisa esperada?
A diferença reside na forma como reagimos a cada uma das situações.
Quando estamos à espera de algo a nossa reação é programada. Temos controlo sobre aquilo que acontece e consequentemente sobre a nossa reação ao acontecimento.
Isto não se passa com uma situação inesperada. Numa situação inesperada acabamos por ser nós o controlado, e a situação no papel de controladora.
E isso faz com que os nossos actos estejam impugnados de um maior realismo. São mais livres, mais sinceros, mais verdadeiros. Puros.
No entanto é frequente desgostarmos do inesperado e acharmos até que não reagimos a determinada situação indesperada da maneira "correcta".
Será o correcto aquilo que definimos previamente, que planeamos, que controlamos, que condicionamos, que preparamos, que pensamos antes de partilhar?
Ou será o correcto aquilo que vem de dentro de nós, sem qualquer controlo, inesperadamente, sem aviso prévio, sem lógica aparente?
Onde está o tempo de amanhã?
Onde está o tempo de amanhã?
Será que o deixei cair?
Não dei por nada...
Que barulho fará um tempo ao cair??
Faz um estrondo ou um leve baque?
Perdi o meu, e ainda por cima o de amanhã!
Espero amanhã não perder o tempo de amanhã.
Ah, e já agora, se o encontrarem digam-me qualquer coisa amanhã.
Faz-me falta. Hoje.
Será que o deixei cair?
Não dei por nada...
Que barulho fará um tempo ao cair??
Faz um estrondo ou um leve baque?
Perdi o meu, e ainda por cima o de amanhã!
Espero amanhã não perder o tempo de amanhã.
Ah, e já agora, se o encontrarem digam-me qualquer coisa amanhã.
Faz-me falta. Hoje.
quarta-feira, janeiro 11
1:55
As notas invadem o ar à minha volta.... começam lentamente, timidamente a ganhar espaço ao silêncio da noite. Neste momento são já acordes, trechos, sons, apenas sons e melodias, ritmos e pausas. Música.
Se há alguma coisa que interaja intensamente comigo é a música.
Até demais. Ela consegue alterar um estado de espirito no tocar de uma simples linha de notas.
Quer para alegria como para a tristeza.
Ás vezes, quando estou no escuro, quase... mesmo quase... que até parece fazer o tempo parar.
...
Quase.
Se há alguma coisa que interaja intensamente comigo é a música.
Até demais. Ela consegue alterar um estado de espirito no tocar de uma simples linha de notas.
Quer para alegria como para a tristeza.
Ás vezes, quando estou no escuro, quase... mesmo quase... que até parece fazer o tempo parar.
...
Quase.
segunda-feira, dezembro 19
slash

E sem razão aparente, a faca deslizou para dentro do seu ventre perfurando as camadas de pele, uma de cada vez, lentamente... Não doía, era apenas uma sensação estranha, aquela que lhe iria tirar a vida dentro de algumas horas.
Um arrepio na barriga, uma sensação húmida, um banho de sangue, a morte.
xiu, já passou...
Novo look!
Agora durante uns tempos vamos testar este novo look!
É um bocadinho mais alegre!
Batatas fritas com iogurte, venham elas!
É um bocadinho mais alegre!
Batatas fritas com iogurte, venham elas!
domingo, dezembro 11
sexta-feira, dezembro 9
Há dias assim.jpg
Há dias que correm bem, há outros que correm mal.
Este este ali no intermédio.
É verdade que estive 8 horas a trabalhar e que pouco se adiantou. É verdade que stressei com praticamente todos os programas que há!
É verdade que passei o feriado todo sentada frente ao computador quando lá fora até estava um dia jeitosos e só me apetecia passear.
Mas é verdade também que o dia, apesar de pouco produtivo, até se passou bem. Em boa companhia, com diversão, frustação e saxofones cantados à mistura.
No fim do dia sinto-me satisfeita.
O trabalho que não aconteceu durante o dia está feito. Era simples afinal, a nabiçe é (quase!) sempre nossa (e sempre do Photoshop! lol)
Agora estou cansada, doem-me os olhos, tenho sono, mas não me quero ir deitar.
Queria ler, ver um filme, estar contigo, ter uma boa conversa...
Há dias que correm bem, há outros que correm mal. Este até foi porreiro e pelos visto pequeno ;)
Ps. Senti saudades de uma certa Erásmica. Onde andas amiga? ;)
Este este ali no intermédio.
É verdade que estive 8 horas a trabalhar e que pouco se adiantou. É verdade que stressei com praticamente todos os programas que há!
É verdade que passei o feriado todo sentada frente ao computador quando lá fora até estava um dia jeitosos e só me apetecia passear.
Mas é verdade também que o dia, apesar de pouco produtivo, até se passou bem. Em boa companhia, com diversão, frustação e saxofones cantados à mistura.
No fim do dia sinto-me satisfeita.
O trabalho que não aconteceu durante o dia está feito. Era simples afinal, a nabiçe é (quase!) sempre nossa (e sempre do Photoshop! lol)
Agora estou cansada, doem-me os olhos, tenho sono, mas não me quero ir deitar.
Queria ler, ver um filme, estar contigo, ter uma boa conversa...
Há dias que correm bem, há outros que correm mal. Este até foi porreiro e pelos visto pequeno ;)
Ps. Senti saudades de uma certa Erásmica. Onde andas amiga? ;)
segunda-feira, dezembro 5
bah
Segunda-feira, semana nova.
Não podia ter começado pior.
O dia, para variar, foi pouco produtivo. Exceptuando a reunião do Type, onde até se avançou alguma coisa, tudo o resto foi passado a ver o tempo passar. Passe a expressão.
Epá, irrita ficar 3 horas à espera de um computador livre e depois descobrir que não conseguimos fazer o que precisamos porque alguém no mundo se lembrou de inventar sistemas operativos diferentes "E" incompativeis!
Ainda se fossem só diferentes uma pessoa aguentava... agora incompativeis, vão levar num sitio que eu cá sei!
O resto dos problemas que carinhosamente me seguem ultimamente também cá estiveram para desejar uma boa semana. A esses sei eu bem o que que lhe enfiava num sitio que todos nós sabemos!
E pronto, foi menos um dia, mais um dia. Amanhã é começar de novo.
E o Natal continua a aproximar-se a toda a velocidade.
Acho que sou cada vez mais incompativel com o Natal...
Não podia ter começado pior.
O dia, para variar, foi pouco produtivo. Exceptuando a reunião do Type, onde até se avançou alguma coisa, tudo o resto foi passado a ver o tempo passar. Passe a expressão.
Epá, irrita ficar 3 horas à espera de um computador livre e depois descobrir que não conseguimos fazer o que precisamos porque alguém no mundo se lembrou de inventar sistemas operativos diferentes "E" incompativeis!
Ainda se fossem só diferentes uma pessoa aguentava... agora incompativeis, vão levar num sitio que eu cá sei!
O resto dos problemas que carinhosamente me seguem ultimamente também cá estiveram para desejar uma boa semana. A esses sei eu bem o que que lhe enfiava num sitio que todos nós sabemos!
E pronto, foi menos um dia, mais um dia. Amanhã é começar de novo.
E o Natal continua a aproximar-se a toda a velocidade.
Acho que sou cada vez mais incompativel com o Natal...
domingo, dezembro 4
Olhó passarinho!

Este é o meu novo companheiro:
DIAMANTE-MANDARIM
(Poephila Guttata)
Origem : Austrália
Tamanho: 9-10cm (standard 13-14cm)
Cor: Cor selvagem cinzento. Macho com flancos castanhos com pontos brancos e manchas laranja na cara. Fêmea sem as marcações do macho.
Postura: 4 a 10 ovos brancos em qualquer tipo de ninho durante todo o ano.
Incubação: 12-13 dias
Saida do ninho: 15-20 dias, 1ª muda com um mês de idade.
Reprodução: Muito fácil.
Anilhas: 2,50mm ou maiores até 2,80mm, dependendo do porte das aves, colocadas entre o 8-10 dias.
Comportamento: Sociável mas pode intmidar aves mais pequenas. tem tendência a monopolizar os ninhos existentes no viveiro.
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